BENEVIA®

233.20€

BENEVIA é um inseticida sistémico à base de ciantraniliprol que controla um grande número de pragas picadoras sugadoras. Atua principalmente por ingestão. Os insetos cessam o seu movimento e a alimentação, poucas horas após a aplicação de BENEVIA. Controla lepidópteros, tripes, larvas mineiras, mosca branca e afídeos de diversas hortícolas de estufa.  BENEVIA é uma nova ferramenta na gestão de resistências, que reduz a transmissão de vírus.

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Embalagem: 1L

TOMATEIRO E BERINGELA (ESTUFA)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente, oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ ninfas. Das duas folhas verdadeiras até à colheita (BBCH12-89).
Máximo de 4 aplicações (mínimo 7 dias entre aplicações).
Volume de Calda: 300 – 1.500L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Larvas-mineiras (Liriomyza sp.)
    DOSE: 600 mL/ha (40mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 400 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)
  • Mosca-branca (Bemisia tabaci), Mosca-branca-das-estufas (Trialeurodes vaporariorum), Afídeo-do-algodoeiro (Aphis gossypii), Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis), Lagarta (Chrysodeixis calcites)
    DOSE: 1125 mL/ha (60 – 75mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 600 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)
  • Tripe-da-Califórnia (Frankliniella occidentalis), Tripe-do-tabaco (= tripe -da-cebola) (Thrips tabaci)
    DOSE: 1200 mL/ha (75 – 100mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 750 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)

BERINGELA E TOMATEIRO (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis), Mosca-branca (Bemisia tabaci), Mosca-branca-das-estufas (Trialeurodes vaporariorum), Afídeo-do-algodoeiro (Aphis gossypii)
    DOSE: 410 – 420 mL/ha
  • Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Larvas-mineiras (Liriomyza sp.)
    DOSE: 420 mL/ha

MELOEIRO, MELANCIA, PEPINO, ABOBORINHA (=COURGETTE) (ESTUFA)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente, oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ ninfas. Das duas folhas verdadeiras até à colheita (BBCH12-89).
Máximo de 4 aplicações (mínimo 7 dias entre aplicações).
Volume de Calda: 300 – 1.500L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Larvas-mineiras (Liriomyza sp.)
    DOSE: 600 mL/ha (40mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 400 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)
  • Mosca-branca (Bemisia tabaci), Mosca-branca-das-estufas (Trialeurodes vaporariorum), Afídeo-do-algodoeiro (Aphis gossypii), Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis), Lagarta (Chrysodeixis calcites)
    DOSE: 1125 mL/ha (60 – 75mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 600 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)
  • Tripe-da-Califórnia (Frankliniella occidentalis), Tripe-do-tabaco (= tripe -da-cebola) (Thrips tabaci)
    DOSE: 1200 mL/ha (75 – 100mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 750 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)

ABÓBORAS (ABÓBORA-ALMISCARADA, ABÓBORA-MANTEIGA, ABÓBORA-CHILA, ABÓBORA-MENINA, ABÓBORA-PORQUEIRA), ABOBORINHA (=”COURGETTE”), MELANCIA, MELOEIRO, PEPINO (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insectos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis), Mosca-branca (Bemisia tabaci), Mosca-branca-das-estufas (Trialeurodes vaporariorum), Afídeo-do-algodoeiro (Aphis gossypii), Larvas-mineiras (Liriomyza sp.)
    DOSE: 420 mL/ha

MORANGUEIRO (ESTUFA)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente, oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ ninfas. Das duas folhas verdadeiras até à colheita (BBCH12-89).
Máximo de 2 aplicações (mínimo 7 dias entre aplicações).
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis)
    DOSE: 750 mL/ha (60 – 75mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 600 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)
  • Tripe-da-Califórnia (Frankliniella occidentalis), Tripe-do-tabaco (= tripe -da-cebola) (Thrips tabaci), Gorgulho (Anthonomus rubi), Drosófila-da-asa-manchada (Drosophila suzukii), Afídeo-verde (Myzus persicae)
    DOSE: 750 mL/ha (75 – 100mL/hL)
    A dose mínima que deve utilizar é 750 mL produto/ha, independentemente do volume de calda utilizado (ajustar a concentração)

ALFACE E RÚCULA (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis)
    DOSE: 500 mL/ha

AGRIÃO (=MASTRUÇO, AGRIÃO-MOURO), AGRIÃO-DE-SEQUEIRO (=AGRIÃO-RINCHÃO), ALFACE-DE-CORDEIRO (=CANÓNIGOS), ESCAROLA (=CHICÓRIA-FRISADA, CHICÓRIA-DE-FOLHA-LARGA), MOSTARDA-CASTANHA (=MOSTARDA-DA-ÍNDIA, MOSTARDA-VERMELHA) (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 1 dia

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis)
    DOSE: 500 mL/ha
  • Áltica (Phyllotreta sp.)
    DOSE: 400 mL/ha

AIPO-RÁBANO, CENOURA, CERCIFI (=SALSIFI), COUVE-NABO (=RUTABAGA), ESCORCIONEIRA-DA-TERRA-FRIA, PASTINACA, RÁBANO-DE-CAVALO (=ARMORÁCIA, RÁBANO-RÚSTICO), SALSA-DE-RAIZ-GROSSA, TUPINAMBO (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insectos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 14 dias

  • Mosca-da-cenoura (Chamaepsila rosae)
    DOSE: 450 mL/ha

BATATEIRA (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insectos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 20-89).
Se aplicado após BBCH 40 (início de formação dos tubérculos), podem ser realizadas duas aplicações.
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 2 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha
Intervalo de Segurança: 14 dias

  • Escaravelho-da-batateira (Leptinotarsa decemlineata)
    DOSE: 125 mL/ha

COUVE-BRÓCOLO, COUVE-CORAÇÃO, COUVE-DE-BRUXELAS, COUVE-FLOR, COUVE-LOMBARDA, COUVE-REPOLHO (=COUVE-BRANCA), COUVE-ROXA (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis), Traça-da-couve (Plutella xylostella), Lagartas-da-couve (Pieris sp.), Áltica (Phyllotreta sp.)
    DOSE: 400 mL/ha
    Intervalo de Segurança: 17 dias (17 dias de intervalo de reentrada)
  • Mosca-branca-da-couve (Aleyrodes proletella)
    DOSE: 520 mL/ha
    Intervalo de Segurança: 28 dias (28 dias de intervalo de reentrada)

NABO, RABANETE (=RÁBANO) (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/ha

  • Áltica (Phyllotreta sp.)
    DOSE: 400 mL/ha
    Intervalo de Segurança: 14 dias

ALCACHOFRA (AR LIVRE)
As aplicações devem ser dirigidas aos estados iniciais de desenvolvimento dos insetos, preferencialmente oviposição e/ou aparecimento das primeiras larvas/ninfas. Desde o desenvolvimento da cultura até à colheita (BBCH 40-89).
(*) Realizar no máximo 1 aplicação a cada 3 anos, para o conjunto das finalidades.
Volume de Calda: 300 – 1.000L/há
Intervalo de Segurança: 7 dias

  • Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), Lagarta (Spodoptera exigua), Lagarta (Spodoptera littoralis)
    DOSE: 500 mL/ha

 

CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO E RESTRIÇÕES, RESPEITANTES A TODAS AS FINALIDADES

Uso de adjuvantes – a adição de adjuvantes à base de óleo (com seletividade assegurada na cultura), permite aumentar a eficácia quando adicionado ao BENEVIA. Recomenda-se a adição de CODACIDE OIL® no controlo de tripes, afídeos e moscas brancas, na concentração de 250 mL/hL não ultrapassando a dose de 2,5L/ha.

PRECAUÇÕES BIOLÓGICAS

O BENEVIA pertence à família química das diamidas antranílicas (Grupo 28 do IRAC – moduladores dos recetores de rianodina ou diamidas).
Numa estratégia de mitigação do risco de desenvolvimento de resistência, o número de tratamentos preconizado para o total das finalidades em cada uma das culturas, não deve ser ultrapassado. O número indicado refere-se ao total de aplicações com este produto ou qualquer outro com idêntico modo de ação (Grupo 28 IRAC). Recomenda-se a alternância do BENEVIA com produtos apresentando distinto modo de ação. Evitar a exposição de duas gerações consecutivas da praga a inseticidas com o mesmo modo de ação (Grupo 28). Não realizar mais do que três aplicações de inseticidas do grupo das diamidas antranílicas (Grupo 28) dentro de uma janela de aplicação. Uma janela de aplicação compreende o período de atividade residual de uma ou mais aplicações de produtos com o mesmo modo de ação, correspondendo aproximadamente a 30 dias (15 a 40 dias dependendo da rapidez de desenvolvimento da praga, desde o estado de ovo até ao estado adulto).

BENEVIA é um inseticida à base de ciantraniliprol que atua principalmente por ingestão nos estados jovens das pragas. O seu modo de ação caracteriza-se pela ativação dos recetores de rianodina no sistema muscular dos insetos. Esta ativação estimula a libertação descontrolada de cálcio, conduzindo ao esgotamento de reservas deste no interior das fibras musculares o que provoca um desajuste na contração muscular, seguido de paralisia. Os insetos cessam o seu movimento e a alimentação poucas horas após a aplicação de BENEVIA, acabando por morrer 3 a 6 dias após exposição ao produto. BENEVIA pode ser aplicado em qualquer estado vegetativo das culturas, aquando do aparecimento das pragas, no entanto, a sua eficácia será maior quando aplicado em plantas jovens. Monitorizar as populações dos insetos e realizar as aplicações quando seja atingido o nível económico de ataque.

Descrição

BENEVIA é um inseticida sistémico à base de ciantraniliprol que controla um grande número de pragas picadoras sugadoras. Atua principalmente por ingestão. Os insetos cessam o seu movimento e a alimentação, poucas horas após a aplicação de BENEVIA. Controla lepidópteros, tripes, larvas mineiras, mosca branca e afídeos de diversas hortícolas de estufa.  BENEVIA é uma nova ferramenta na gestão de resistências, que reduz a transmissão de vírus.

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