RAPAX® AS

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RAPAX® AS (AV 1561) é o único Bacillus thuringiensis com formulação líquida, muito fácil de aplicar e dosear, é mais resistente aos raios UV e pode ser aplicado com o pH da água de 6 a 8. RAPAX® AS é uma solução flexível que controla eficazmente um grande número de pragas num grande número de culturas. RAPAX® AS é um produto de resíduo zero, é uma solução muito segura para o Homem e o Ambiente. Não tem LMR, não deixando resíduos no produto final. Não tem ação nos auxiliares ou polinizadores, estando autorizado em Modo Produção Biológico.

Para comprar e utilizar este produto necessita de ter Cartão de Aplicador de Produtos Fitofarmacêuticos válido (Lei n.º 26/2013 de 11 de abril).

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Embalagem: 1L

O tratamento deve ser efetuado preferencialmente às jovens lagartas.
Efetuar no máximo três aplicações por cultura/ciclo cultural, intervalo entre aplicações 7 – 10 dias.
Intervalo de Segurança: 1 dia para todas as culturas

Tratar até à colheita as seguintes culturas:

  • MACIEIRA, PEREIRA, MARMELEIRO

1 – 2 L/ha – Lagarta (Pandemis cerasana), Tortricídeo-dos-frutos (Archips podana), Cápua (=traça-da-fruta) (Adoxophyes orana)
Volume de calda: 600 – 1500 L/ha

  • PESSEGUEIRO (INCLUI NECTARINA), AMEIXEIRA, DAMASQUEIRO (=ALPERCEIRO, ALPERCHEIRO), CEREJEIRA

1 – 2 L/ha – Traça-oriental-do-pessegueiro (Grapholita molesta), anársia (Anarsia lineatella), traça (Operophtera brumata)
Volume de calda: 600-1500 L/ha

  • ACTINÍDEA (=KIWI)

1 – 2 L/ha – Enroladora-das-folhas (Argyrotaenia ljungiana)
Volume de calda: 600-1500L/ha

  • LARANJEIRA, LIMOEIRO, LIMA, TANGERINEIRA (INCLUI CLEMENTINA E HÍBRIDOS), TORANJEIRA

1 – 2 L/ha – Traça-do-limoeiro (Prays citri)
Volume de calda: 600-1500 L/ha

  • OLIVEIRA

1 – 2 L/ha – Traça-da-oliveira (Prays oleae)
Volume de calda: 600-1500 L/ha

  • VIDEIRA

0,75 – 1 L/ha – Traças-dos-cachos (Eupoecilia ambiguella, Lobesia botrana; Ephestia sp.)
Volume de calda: 100-1500 L/ha

  • ALCACHOFRA (Ar livre)

1 – 2 L/ha – Nóctua-da-alcachofra (Gortyna xanthenes)
Volume de calda: 500-1000 L/ha

  • FEIJOEIRO [INCLUI CONSUMO EM FRESCO (VAGEM; FEIJÃO-VERDE)] (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera)
Volume de calda: 500-1000 L/ha

  • MELANCIA, MELOEIRO, PEPINO, ABÓBORA (ABÓBORA-PORQUEIRA E ABÓBORA-MENINA) (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta (Spodoptera littoralis), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), lagartas (=roscas ou nóctuas) (Agrotis sp.), lagarta (Chrysodeixis calcites)
Volume de calda: 600-1500 L/ha

  • TOMATEIRO, PIMENTEIRO, BERINGELA (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta (Spodoptera littoralis), traça-do-tomateiro (=tuta) (Tuta absoluta), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), nóctua-da-couve (Mamestra brassicae), lagarta (Lacanobia oleracea), nóctua-cinzenta (Agrotis segetum), lagarta (Chrysodeixis calcites)
Volume de calda: 500-1500 L/ha

  • ALGODOEIRO (Ar livre)

1 – 2 L/ha – Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera)
Volume de calda: 500-1500 L/ha

Tratar em todos os estados fenológicos as seguintes culturas:

  • ORNAMENTAIS PARA PRODUÇÃO DE FOLHA, FLOR E/OU FRUTO (DE CORTE E/OU EM VASO) (Ar livre/ estufa)

1 – 2 L/ha – Nóctuas, lagartas
Volume de calda: 600-1500 L/ha

  • AZINHEIRA, CARVALHO, CIPRESTE, EUCALIPTO, PINHEIRO-BRAVO, PINHEIRO-MANSO, SOBREIRO

1 – 2 L/ha – Traça (Hyphantria cunea), limântria (=lagarta-do-sobreiro) (Lymantria dispar), limântria (Lymantria monacha), hiponomeuta-da-ameixeira (Yponomeuta padella), processionária-do-pinheiro (Thaumetopoea pityocampa), burgo (Tortrix viridana), portésia (Euproctis chrysorrhoea), malacosoma (Malacosoma neustria)
Volume de calda: 600-2000 L/ha

  • TABACO (Ar livre)

1 – 2 L/ha – Lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera)
Volume de calda: 500-1500 L/ha

 

UTILIZAÇÕES MENORES (ao abrigo do Art. 51º do Reg. (CE) n.º 1107/2009)

A eficácia e fitotoxidade resultantes destas utilizações menores são da inteira responsabilidade do utilizador do produto fitofarmacêutico.
N. máximo de aplicações por ciclo cultural: 3 (7 a 10 dias de intervalo entre aplicações).
Intervalo de segurança: 1 dia.

Tratar até à colheita as seguintes culturas:

  • FRAMBOESA, MIRTILO-AZUL (=ARANDO-AZUL); MIRTILO-VERMELHO (=ARANDO-VERMELHO) (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagartas (Spodoptera littoralis), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera)
Volume de calda: 500 – 1500 L/ha

  • ABOBORINHA (=COURGETTE) (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta (Spodoptera littoralis), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), lagartas (=roscas ou nóctuas) (Agrotis sp.), lagarta (Chrysodeixis calcites)
Volume de calda: 500 – 1500 L/ha

  • COUVE BRÓCOLO, COUVE-DE-PEQUIM, COUVE-PORTUGUESA (INCLUI COUVE-TRONCHUDA, COUVE-PENCA), COUVE-GALEGA (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta-da-couve (Pieris brassicae, Artogeia rapae), nóctua (Agrotis ipsilon), nóctua-cinzenta (Agrotis segetum), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), lagarta (Spodoptera littoralis), nóctua-da-couve (Mamestra brassicae), traça-da-couve (Plutella xylostella)
Volume de calda: 500 – 1500 L/ha

  • CANÁBIS (MEDICINAL) (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta (Spodoptera littoralis), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera)
Volume de calda: 500 – 1500 L/ha

  • COUVE-CHINESA (=PAK-CHOI) (INCLUI “BABY LEAF” (COLHEITA ATÉ 6-8 FOLHAS VERDADEIRAS) (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta-da-couve (Pieris brassicae, Artogeia rapae), nóctua (Agrotis ipsilon), nóctua-cinzenta (Agrotis segetum), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), lagarta (Spodoptera littoralis), nóctua-da-couve (Mamestra brassicae), traça-da-couve (Plutella xylostella)
Volume de calda: 500 – 1500 L/ha

  • MANJERICÃO (Ar livre / estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta-da-couve (Pieris brassicae, Artogeia rapae), nóctua (Agrotis ipsilon), nóctua-cinzenta (Agrotis segetum), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), lagarta (Spodoptera littoralis), nóctua-da-couve (Mamestra brassicae), traça-da-couve (Plutella xylostella)
Volume de calda: 500 – 1500 L/ha

Tratar ao aparecimento da praga as seguintes culturas:

  • ABÓBORA (ABÓBORA-ALMISCARADA, ABÓBORA-MANTEIGA, ABÓBORA-CABAÇA, ABÓBORA-CHILA) (Ar livre/ estufa)

1 – 2 L/ha – Lagarta (Spodoptera littoralis), lagarta-do-tomate (Helicoverpa armigera), lagartas (=roscas ou nóctuas) (Agrotis sp.), lagarta (Chrysodeixis calcites)
Volume de calda: 600 – 1500L/ha

Bacillus thuringiensis (Bt) é uma bactéria Gram-positiva que existe naturalmente no solo. Durante a sua esporulação, produz um cristal proteico, a substância ativa dos produtos formulados. Os cristais podem conter uma ou mais proteínas inseticidas, denominadas Cry, mas também delta- endotoxinas ou toxinas Cry. As proteínas Cry tornam-se tóxicas para muitas espécies de insetos após a sua ingestão e solubilização no intestino médio das larvas. O Bt atua por ingestão, o inseto pára de se alimentar imediatamente e morre em dois dias.

A capacidade inseticida dos B. thuringiensis foi descoberta há mais de 90 anos. No entanto, foi utilizado comercialmente pela primeira vez apenas em 1940. O Bacillus thuringiensis ssp. kurstaki HD-1 foi descoberto no final dos anos 60. Esta estirpe é consideravelmente mais eficaz contra lepidópteros e ainda tem efeito em dípteros. A nova estirpe Bt EG 2348, com a substância ativa das formulações Bt da Intrachem, foi criada usando técnicas avançadas de biologia molecular através de um processo chamado transconjugação. Esta estirpe Bt produz diferentes toxinas Cry (toxina Cry 1Aa, 1Ac e 2A).

As proteínas Cry, detentoras do poder tóxico contra os insetos, são sintetizadas na forma de protoxinas. Estas são clivadas por proteases e desta forma são ativadas. Após o reconhecimento da toxina, esta provoca a formação de poros e um desequilíbrio iónico pelo aumento de transporte de potássio (K+) e outros catiões para o interior da célula. Como resultado deste fenómeno dá-se a destruição das microvilosidades, hipertrofia de células epiteliais, vacuolização do citoplasma e lise celular.

O inseto ao ingerir o RAPAX® AS e com ele o cristal protéico, este é solubilizado no intestino médio do inseto, provocando a paralisia dos músculos e septicemia resultando na morte do inseto.

Descrição

O RAPAX® AS (AV 1561) é um inseticida microbiológico à base de Bacillus thuringiensis subespécie kurstaki com a potência de 24.000 U.I./ mg T. ni, tem uma elevada especificidade de ação contra um largo espectro de larvas de lepidópteros. A lagarta ao ingerir o RAPAX® AS e com ele as toxinas (Cry 1Aa,1Ac e 2A), estas são solubilizados no intestino médio do inseto, provocando a paralisia dos músculos e septicemia resultando na morte do inseto. A nova formulação líquida facilita a preparação da calda. RAPAX® AS é seguro para o aplicador, evita-se a nuvem de pó e salpicos das antigas formulações em pó. É compatível com a maioria dos produtos fitofarmacêuticos. RAPAX® AS pode ser aplicado com o pH da água de 6 a 8, o que o distingue de outros produtos à base de Bt. Não é fitotóxico em combinação com o enxofre. RAPAX® AS é mais resistente aos raios UV, tem uma reduzida fotodegradibilidade. É um produto sem LMR, sendo uma ferramenta fundamental para os produtores na gestão do nível de resíduos no produto final. Controle as pragas de lepidópteros garantindo ao mesmo tempo alimentos seguros, sem resíduos: Resíduo Zero.

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